sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Da Candura




(foto pessoal)


 Pássaro do campo,

De corpo dourado,

Alado, estatelado,

Observa calado.


Visitantes caminhantes,

Pelas ruas de barro,

Sol à pique esturricando,

Muito causticante.


A quietude  animal,

Apesar dele voar,

Exime-se do dom sublime

No precioso recanto.


Na cerca de arame farpado,

Pousa imóvel, faz pose.

A visitante intrigada,

Observa, não se espanta.


Voa, canta, 

Exiba tuas penas amarronzadas.

Buscam o teu canto,

Canta, bem-te-vi.





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